A Chave dos Relacionamentos

13.05.2020

 

 

 

Os conflitos são estados de litígio (brigas discussões e disputas) com algo ou com alguém.

 

Os conflitos ocorrem quando se caracteriza a incompatibilidade entre dois pontos que estão em contato, isto é, quando alguém rejeita algo ou alguém A rejeição pode ser moderada ou forte, e dessa forma os sentimentos que a acompanham.

 

Nesta parte trataremos dos conflitos causados por rejeições em relação às pessoas. Isso ocorre, quando rejeitamos uma atitude, uma palavra ou mesmo a própria pessoa.

 

Devemos ressaltar que os conflitos podem ser conscientes e subconscientes. Muitos conflitos subconscientes estão relacionados a fatos ocorridos na infância ou até mesmo na fase intrauterina, quando ainda não havia nascido.

 

Os conflitos são causas de desarmonia, de insatisfação, de limitações na realização afetiva e muitas vezes causam estados de  angústia.

 

Como em todos os sentimentos negativos, o mal é para a pessoa que está em conflito com alguém. Os conflitos causam o ódio, as magoas e outros sentimentos negativos que fazem um mal muito grande para quem os sente.

 

Em relação aos conflitos, devemos avaliar as colunas da afetividade; em relação aos elementos que compõem as colunas da afetividade não podem haver conflitos e se por acaso tenha ocorrido devem ser harmonizados através da compreensão e do perdão.

 

As colunas da afetividade formam o alicerce de todos os demais relacionamentos afetivos. Caso uma das colunas estiver em conflito, todos os demais relacionamentos estarão sendo prejudicados, limitados ou até mesmo impedidos de ocorrer.

 

Uma pessoa para estar em estado de equilíbrio com a sua afetividade, deve em primeiro lugar, estar em harmonia com as colunas da afetividade. Com as colunas alteradas pelos conflitos, a pessoa pode não ter condições de estar bem no casamento, no relacionamento com os filhos e todos os demais relacionamentos que exijam um compromisso maior.

 

As colunas da afetividade são formadas pela relação afetiva consigo mesmo, com o seu pai, com a sua mãe e com todos os seus irmãos. Portanto, as colunas da afetividade são quatro na geral, mas, para alguns que não tem irmãos, é somente três. O importante é que sendo quatro ou três, a pessoa deve estar em harmonia com todas.

 

O equilíbrio da coluna é representado pelo amor e amar a pessoa que representa a coluna.

 

A primeira coluna, que é o amor; e o amar a si mesmo, não pode ter meio termo, é a base e toda a estrutura da afetividade.

De todos os desequilíbrios que prejudicam a realização humana está o desamor-próprio. A fonte e a base da realização interior é o amor-próprio.

 

O caminho do amor-próprio é um acordo mental que a pessoa faz consigo mesma de ter auto aceitação, autoadmiração e carinho por si mesmo e querer cada vez mais ser uma pessoa melhor.

A pessoa que tem amor-próprio sente-se bem consigo mesmo, pois se aceita se admira, sente carinho por si mesmo e se acha uma pessoa simpática e querida.

 

Quem não tem amor-próprio e não se ama, não consegue de forma alguma ter amor ou amar outra pessoa. O grande mestre Jesus de Nazaré disse: "Primeiro amar a si mesmo e depois ao próximo como a si mesmo".

Amar a si mesmo é fazer de tudo para ser feliz e se dar o direito de ser feliz.

 

Muitos assumem uma aparência de tristeza, de infelicidade ou até de sofrimento, querendo assim agradar a Deus. Puro engano, Deus nos ama e por isso quer que estejamos alegres e felizes.

 

A pessoa que se ama, também acredita que é amada por Deus. Por isso não desanima, não fica caída, não tenha a pretensão de que a vejam como a coitadinha a sofredora ou infeliz. Em todas as situações procura meios de reação e superação.

 

A relação afetiva com o pai e com a mãe podem ter algumas dificuldades, mas devem ser superadas pela compreensão e até necessário o perdão. O que toda pessoa não pode admitir em seu interior é estar em conflito com o pai ou com a mãe.

 

Mesmo que tenha alguma dificuldade para se relacionar com o seu pai ou com a sua mãe, deve cultivar o amor e o amar.

 

Muitos filhos só percebem o quanto deveriam ter amado os seus pais, depois que os mesmos vieram a falecer.

 

O mesmo pode ocorrer em relação aos irmãos, as dificuldades e às vezes até o conflito. Mas em qualquer circunstância se deve buscar a harmonização pela compreensão e o perdão.

 

O importante é não estar interiormente em conflito com os irmãos.

 

Muitas pessoas passam a vida, em conflitos com as pessoas por quem deveriam sentir amor e amar. Não percebem que, o que deveriam dedicar a essas pessoas é o carinho, o amor e o amar.

 

Nestas circunstâncias quando ocorre à morte de um desses entes queridos, aí vêm os sentimentos de culpa por não ter feito pela pessoa que morreu o que seria natural.

 

Abraços

Paz e Luz!

Alice Follmann

 

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Profissional de Terapia Holística, Parapsicóloga Alice Follmann

Sou palestrante, parapsicóloga...

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