COMO SE DESENVOLVE A INTELIGÊNCIA EMOCIONAL?

21.08.2019

 

O princípio do processo terapêutico é conduzir a pessoa para a superação da situação atual e orientá-la para o sobrepujamento e organização do passado e ao mesmo tempo procurando formar uma personalidade estruturada voltada para o sucesso e a felicidade.

 

            O objetivo da psicoterapia além de ajudar o cliente a resolver a situação atual de acordo com a queixa, é devolver ao individuo uma personalidade através da qual tenha os meios para lidar com seus problemas e suas emoções de forma equilibrada.

 

            O psicoterapeuta faz o cliente trabalhar, mudando a sua forma de interpretar os fatos, harmoniza a situação da queixa apresentada, usa técnicas rápidas e eficientes para equilibrar o passado e juntamente com todo o processo orientar a pessoa na formação de uma personalidade com bases sólidas para manter o próprio equilíbrio.

 

            Orientar cada indivíduo para a descoberta da sua identidade positiva. Tudo o que não estiver em harmonia deve ser organizado de maneira que as modificações sejam usadas de forma construtiva e produtiva.

 

            Muitas pessoas não vivem bem, não só pelo fato de ter ocorrido algo negativo em suas vidas, mas, principalmente, por não saberem usar suas características positivas.

 

            A personalidade estruturada é resultado de uma boa formação através da educação. Quando não ocorre uma boa formação, a reestruturação ocorre através da autoeducação pessoal ou com a ajuda do psicoterapeuta.

 

            A psicoterapia breve e objetiva é um componente importante na recuperação dos desequilíbrios e demais alterações mentais.

 

            No momento atual não se concebe métodos psicoterapêuticos de longo prazo. Por este motivo tudo deve ser rápido e eficiente. O psicoterapeuta não apressa o processo, mas aplica técnicas que agilizam o processo de recuperação.

 

QUEIXAS, SINTOMAS, PROBLEMA REAL, CAUSAS E PSICOTERAPIA.

 

            A queixa inicial do cliente é o início que nos leva a busca do problema real. A mesma é como uma declaração por que veio em busca da terapia.

            O primeiro passo é analisar a queixa e o histórico do cliente, em seguida questiona e avalia os sintomas, unindo estes fatores o psicoterapeuta poderá chegar ao problema real, que pode ser o elemento da queixa ou outro de acordo com as conclusões.

 

 É importante salientar que a conclusão do real problema a ser tratado, nem sempre ocorre na primeira seção de psicoterapia. Após detectar o problema real, a psicoterapia é dirigida para encontrar as prováveis causas ou acontecimentos que podem ser o princípio da situação atual. Não existe qualquer possibilidade de superação do problema atual sem harmonizar por ressignificação, dessensibilização sistemática ou pela dissociação o elemento causador.

 

            Nos primeiros contatos a pessoa pode não ser sincera; pode esconder fatos por mecanismos de defesa; pode vir com um pré-diagnóstico dado por uma outra pessoa. São fatores que prejudicam a Superação.

 

            A partir do momento em que o psicoterapeuta conclui sobre qual o problema real e considerou e pesquisou as prováveis causas da situação ou do problema, passa a orientar sobre as possibilidades de superação e elaborar os caminhos a seguir na terapia, ou seja, os métodos que serão aplicados, como também a participação do cliente nas mudanças de hábitos e comportamentos.

           

 

A TRANSFORMAÇÃO DA PERSONALIDADE

 

            A vida pode ser maravilhosa para as pessoas que superam suas dificuldades, suas adversidades e solucionam seus problemas.

 

            A renovação interior significa mudança, modificação interna da pessoa e de seus comportamentos.

 

            O princípio de tudo está definido pelo fato de que podemos mudar a personalidade durante toda a nossa vida. Isso define as possibilidades de recuperação e crescimento.

 

            Os estudos e pesquisas atuais mostram de forma clara a necessidade do desenvolvimento de uma personalidade vencedora. A personalidade define de forma concreta as possibilidades ou não de enfrentar e superar as dificuldades e as adversidades.

            A personalidade é o conjunto de modo de ser, perceber, pensar, sentir e agir de cada pessoa o que inclui o caráter e o temperamento.

 

            O conceito de indivíduo acentua a singularidade e indivisibilidade das características psicológicas de cada pessoa, ou seja, as diferenças individuais. A individualidade se refere a uma única configuração que chamamos de caráter no qual está inserido o temperamento, enquanto que a personalidade identifica as características gerais do indivíduo no presente momento.

 

            A personalidade é o resultado do que é próprio do indivíduo ou seja, o caráter e o temperamento, mais o que é determinado pelo ambiente.

 

            Segundo uma corrente cada vez mais respeitada dos estudos comportamentais, a “psicologia positiva”, os traços negativos de personalidade podem ser corrigidos e desenvolvidos os positivos.

 

            Estudos mais recentes definem que, ter uma mente sadia equivale, na biologia, a ter um corpo musculoso, forte e muito resistente. Também concluíram que as pessoas podem desenvolver uma personalidade estruturada em todos os sentidos e assim ter uma mente sadia.

 

            Uma personalidade estruturada é determinante para uma vida equilibrada e plena.

Muitos indivíduos não vivem bem, não só pelo fato de ter ocorrido algo negativo em suas vidas, mas, principalmente, por não saberem usar suas características positivas.

 

            Sabemos que o ser humano, por natureza, é perfeito, só não é completo. Todas as suas características e tendências naturais são positivas, voltadas para o bem, a existência plena e a felicidade. Através do ambiente e principalmente da educação, as características naturais vão sendo formatadas, de forma positiva ou negativa.·.

 

A TRANSFORMAÇÃO DE PENSAMENTO

 

            Desde que os estudos a respeito do ser humano se projetaram para um conhecimento mais amplo, a importância e a necessidade de um saber mais profundo do pensamento se fizeram presente: “o pensamento é a manifestação inteligente cuja sede é a mente e que determina o estado psíquico interior do indivíduo com reflexos diretos no seu comportamento”.

 

Isso quer dizer que o pensamento é elaborado voluntariamente e que pode ser controlado e dirigido; que o pensamento é o determinante do nosso estado psíquico e emocional; é o pensamento que determina se estamos alegres ou tristes, animados ou desanimados, bem ou mal; também define como agimos e nos comportamos.

 

            Mede-se a força interior de cada pessoa pela forma como dirige os seus pensamentos, pois se trata, antes de tudo, de uma atitude consciente que se reflete no psiquismo, determinado os sentimentos, as ações e os acontecimentos.

 

            As principais características do pensamento é sua efetivação através da ação da mente. Conforme a pessoa pensa, provoca acontecimentos em sua vida. O comportamento sempre é equivalente a uma causa. Pensamentos negativos trazem consequências negativas; pensamentos positivos determinam consequências positivas, dando ainda, dinâmica à ação correspondente.

 

            Temos, no pensamento, a manifestação da inteligência, fonte do entendimento e do poder criativo, ao mesmo tempo em que se constitui numa incomparável usina de energia capaz de materializar tudo quanto seja criado na mente. Nessas condições, o pensamento tem propriedade de fazer da  pessoa exatamente o que ela pensa ser, por isso a célebre frase: “somos o que pensamos ser e o que sentimos”. O pensamento tem a propriedade de sensibilizar o subconsciente, estabelecendo a programação e direção do mesmo. Programado, o subconsciente age de modo a fazer com que as pessoas sejam o resultado dos seus pensamentos e dos seus sentimentos e das suas emoções.

 

            Uma forma de avaliar os nossos pensamentos, são os nossos sentimentos e as nossas emoções. Eles nos avisam o que estamos pensando. Pois são os pensamentos que causam os sentimentos os sentimentos as emoções, as emoções as nossas atitudes e as atitudes os nossos comportamentos e os nossos comportamentos a nossa personalidade e a nossa personalidade o nosso caráter. Ciclo em cadeia.

 

            Todos os sentimentos e emoções são procedidos pelos pensamentos. Logo que o cliente compreender que o estado psicológico e todas as emoções e formas de conduta derivam diretamente de seus pensamentos, compreenderá ao mesmo tempo que a maneira de corrigir quaisquer problemas pessoais ou psicológicos é educando e corrigindo a sua forma de pensar.

            O próprio processo de pensar altera o humor de forma positiva ou negativa e melhorar o humor é próprio de pessoas inteligentes.

 

            As formas de pensar na realidade são hábitos adquiridos através das gerações que nos procederam ou através do meio social em que a pessoa se desenvolveu, ou seja, educação exemplos e experiências de vida.

 

            As pessoas negativas e pessimistas não tem uma mente aberta para as mudanças e o desenvolvimento.

 

            Portanto, nos casos em que a forma de pensar do cliente seja negativa e a de interpretar seja pessimista, a evolução da terapia é demorada ou até bloqueada.

 

            O psicoterapeuta antes de aplicar os meios de superação, deve orientar o cliente, para, através da forma de pensar seja positivo e na forma de interpretar seja otimista. Muitas vezes o psicoterapeuta pode proceder a recuperação do problema apresentado, e ao mesmo tempo educar a forma de pensar da pessoa.

 

            Como veremos posteriormente, o autoconceito é uma forma de pensar que se tornou convicção e determina a identidade do indivíduo.

 

O POSITIVO ELIMINA A MANIFESTAÇÃO DO NEGATIVO

 

            A filosofia coloca o seguinte: “a escuridão não existe, o que existe é a ausência da luz”. Assim também, não existe o negativo, mas a ausência do positivo. Exemplo: “o ódio, o rancor e as magoas, se manifestam pela ausência do amor e do perdão”; “a má educação no comportamento das pessoas é caracterizado pela ausência da boa educação”; “o autoconceito positivo por si só elimina o negativo”; assim em todos os processos de recuperação. Jamais uma pessoa vai ser positiva e negativa, otimista e pessimista, pois são formas de pensar e interpretar antagônicas, quando uma está atuante neutraliza a outra.

 

            A ação da mente se faz no sentido de acrescentar, não de eliminar, tirar ou diminuir. Por esse motivo, o psicoterapeuta deve descobrir quais os pontos positivos que não foram desenvolvidos através da educação ou que ficaram estáticos em função de algum acontecimento.

 

            A superação de um fator negativo não ocorre pela eliminação do mesmo, mas pela harmonização ou pelo desenvolvimento de outros positivos que se tornarão predominantes em relação a esse.

 

           

            As representações mentais são crenças que a pessoa assimila durante a sua vida. Os principais fatores de crenças positivas ou negativas ocorrem através da educação. Quando um individuo começa a desenvolver os fatores positivos, já vai formando um processo de recuperação. Supera a manifestação dos fatores negativos, com a predominância dos positivos.

 

OS MEIOS DE CONTROLE MENTAL E AJUDA TERAPÊUTICA

 

           

            O controle Mental é um conjunto de técnicas pelas quais se pode, através do consciente, abordar, programar e harmonizar o subconsciente em relação aos traumas, os conflitos, os retraimentos e demais alterações negativas. É o meio de colocar na mente do cliente os fatores positivos de equilíbrio que vão eliminar a manifestação do negativo.

 

            As principais técnicas e meios para desenvolver a reestruturação do equilíbrio mental além do pensamento, são: a respiração, o relaxamento, a hipnose e auto-hipnose, a sugestão e autossugestão e a imaginação.

 

            Respiração: é o primeiro ato que a pessoa executa ao nascer, realizado mais subconscientemente do que consciente mais motivado por uma necessidade de repercussões, ao mesmo tempo, físicas e psicológicas. A primeira respiração no nascimento representa para o indivíduo a passagem de um estado de vida dependente para um outro autônomo e pessoal.

 

            A respiração consciente é uma forma, de descobrir, seguir e aperfeiçoar a nossa habilidade de respirar naturalmente.

 

            Um dos pontos importantes para a eliminação das tensões emocionais é a respiração controlada e profunda. Respirar profundamente não significa inspirar com muita força, mais livre e descontraidamente, sem pressões externas ou internas, com uma sensação de liberdade para respirar.

 

            Aplicar exercícios respiratórios é uma forma de liberar a pessoa para expressar e exteriorizar sentimentos e emoções reprimidas, influenciando a manifestação do estado interior da pessoa. A respiração é a ciência da própria vida, da saúde e do bem-estar.

 

            Entre todas as posturas respiratórias, a mais indicada para o relaxamento é a respiração controlada e profunda. Muda os batimentos cardíacos e diminui a ciclagem do cérebro.

 

            Relaxamento: as técnicas de relaxamento facilitam a ampliação da consciência e a abordagem mental necessária para todo o trabalho de harmonização como: modificação do negativo para o positivo.

 

            O relaxamento acontece quando se percebe a diferença entre o esforço e o descanso da musculatura. Quando a pessoa está tensa, está fazendo algum esforço; ao eliminá-lo, a tensão é, também, eliminada. Portanto relaxar é livrar o corpo de todos os esforços desnecessários, ou seja, soltar todos os músculos do corpo.

 

            Os efeitos do relaxamento estão relacionados à diminuição das alterações do tônus muscular, que é o estado de tensão do organismo como um todo. Entretanto, ao aliviar a tensão do tônus muscular, automaticamente alivia o tônus afetivo e o visceral.

 

            O tônus muscular é o estado de tensão da musculatura do corpo em geral. Há um nível ideal de tensão chamado de normotonia, que significa tônus normal. O organismo está em normotonia, quando está com o nível de tensão necessário e adequado para atingir, sem excessos ou influencia de tensão. Quando ocorre excesso, a pessoa está hipertônica, com a musculatura enrijecida e com tensão elevada. Quando ocorre insuficiência, a pessoa está hipotônica, com o tônus abaixo do normal, isto é, seu estado de tensão limita suas atividades. Fica sempre cansada, sem ânimo, com o corpo pesado.

 

            O tônus visceral envolve o estado de tensão dos diversos órgãos do corpo: coração, pulmão, fígado, rins, bexiga, ovários, útero, intestinos, etc. são comuns os distúrbios provocados por essas alterações. Quando há hipertonia, os órgãos ficam tensos, contraídos; quando há hipotonia, os órgãos ficam como que debilitados, fracos, preguiçosos, diminuindo a eficiência de suas funções. Tanto num caso como no outro, ocorrem distúrbios no seu funcionamento.

 

            O tônus afetivo está relacionado ao estado de ânimo da pessoa. Refere-se ao aspecto emocional; está, portanto, intimamente ligado à vida afetiva, à capacidade de relacionamento consigo mesmo, com as pessoas, com os acontecimentos e com o mundo. Uma pessoa, com esse tônus alterado pode ser briguenta, irritada, reclamona e de difícil convivência em harmonia.

 

            Exercícios que regularizam o tônus muscular terão efeitos positivos também no tônus visceral e afetivo.

 

            A pessoa quando está com o tônus regulado, sente-se bem, o cérebro tem suas funções mais organizadas, suas ideias fluem melhor, tem melhor concentração, a memória melhora e todo o organismo trabalha de maneira harmônica.

 

            Sabemos que corpo e mente estão intimamente ligados e relacionados, por isso o relaxamento propicia meios de contato mais profundo com os níveis mentais, facilitando, consequentemente, a harmonização e as programações mentais.

 

            Sugestão e Autossugestão: é um processo de influência e auto influência. O seu alvo principal é sempre o de atingir o subconsciente, através do qual se procedam à reeducação terapêutica e principalmente as modificações mentais.

 

            Em todos os métodos terapêuticos, a sugestão é o elemento mais importante para formar na mente da pessoa, as modificações de conceitos, de crenças e criar novas atitudes. Para que ela seja eficiente, exigem-se dois fatores fundamentais: o ativo, que vem a ser o sugestionante e o passivo, que é o sugestionado. Nessas condições, uma pessoa pode ser ativa e passiva ao mesmo tempo, usando o consciente para influenciar o subconsciente, fenômeno conhecido por autossugestão.

 

 A sugestão é uma técnica mediante a qual se coloca uma ideia, um conceito ou até mesmo uma crença na mente de outra pessoa. Na autossugestão essa ideia, esse conceito ou até mesmo a crença tem por veículo a própria pessoa. Significa sugerir algo definido e específico a si próprio. Na realidade, a sugestão quando é efetivada, é uma autossugestão, seu efeito só ocorre na pessoa, quando a mesma aceitar o que  lhe e sugerido, transformando a sugestão em autossugestão.

 

            Muitos dos problemas atuais são resultados de sugestões e autossugestões que a pessoa recebeu e aceitou ou se auto impôs no decorrer da sua vida. No processo psicoterapêutico em sua forma positiva e construtiva, a sugestão e a autossugestão são técnicas especiais, causando modificações nos modelos mentais para a formação de uma identidade positiva.

 

            Na psicoterapia, a sugestão e a autossugestão, devem sempre enfocar o lado positivo do que se pretende alcançar.

 

            Imaginação: já está comprovada que um elemento fundamental para a abordagem do subconsciente e a canalização das forças mentais é a imaginação.

 

            A imaginação é o processo pelo qual a pessoa unindo o pensamento, o raciocínio e a compreensão, cria em sua mente a realidade do que pretende alcançar. É a união do consciente e do subconsciente para determinar com detalhes, símbolos e figuras o que pretende alcançar, preparando a mente para a realização.

 

            Na terapia, a imaginação tem um destaque muito importante, pois muitos problemas são criados ou aumentados pela imaginação como os medos, o ciúme, a ansiedade, a angústia, os complexos, os conflitos e até mesmo o vaginismo, a anorexia, a impotência sexual e outros. Assim, como se pode criar ou aumentar um problema através da imaginação, através da mesma se pode diminuir ou eliminar o mesmo.

 

            Na psicoterapia se deve estimular a imaginação no sentido de criar mentalmente os resultados desejados.

 

            A imaginação é como sonhar acordado, formando na mente a imagem do que pretende alcançar.

 

            A imaginação é um grande auxilio nas curas das doenças psicossomáticas, pois, muitas doenças são criadas pela imaginação.

 

            A imaginação parte de um princípio real e não fictício, como os sonhos. Richard Bach escreveu: “você não tem sonhos sem ter a capacidade de realiza-los”.

 

            Em muitas situações, a imaginação pode ter mais força e poder do que a força de vontade, por isso deve estar apoiando a força de vontade, a sugestão, a autossugestão e a fé.

 

            A criança naturalmente tem muita imaginação, portanto, se uma pessoa adulta deixou de usá-la, deve treiná-la novamente e desenvolvê-la ao máximo. Na terapia, a imaginação é de suma importância.

 

Os meios para o equilíbrio. A palavra equilíbrio, por si só, define o objetivo e

procedimento a ser tomado quando a pessoa a isso se propõe.

 

Como já foi colocada antes, a ação da mente se faz no sentido de acrescentar, não de eliminar, tirar ou diminuir. Por esse motivo, o terapeuta deve saber quais os pontos positivos que não foram desenvolvidos através da educação ou que ficaram paralisados em função de algum acontecimento. Identificado os principais fatores que limitam a vida das pessoas, o psicoterapeuta terá o conhecimento de qual características positivas não é atuante na vida da mesma.

 

            As características positivas devem ser aplicadas na terapia da seguinte forma: primeiro, fazendo referências a elas nas entrevistas de acordo com a necessidade; em segundo quando a pessoa estiver passando pela regressão ou pelo relaxamento, o terapeuta vai apontando, com firmeza e convicção, os fatores positivos ao cliente; em terceiro, vai orientando a pessoa para o desenvolvimento dessas características, com aplicação e treinamento.

 

Ao desenvolver os fatores positivos, eles irão eliminar ou harmonizar os traumas, os conflitos e os retraimentos facilitando o processo de recuperação.

 

            Em muitos casos, o desenvolvimento do equilíbrio não é repentino, mas as possibilidades são iguais em relação ao objetivo. O resultado varia de uma pessoa para outra e de um caso para outro. O psicoterapeuta deve saber conduzir cada situação de acordo como cliente e as condições do mesmo.

 

            A maneira de pensar de cada individuo em relação a si mesmo, aos outros, aos acontecimentos e à vida, bem como aos seus comportamentos, tem relação direta ao desenvolvimento ou não de determinadas inteligências, principalmente das inteligências intrapessoal e interpessoal.

 

             São as inteligências que determinam a relação da pessoa consigo mesma e com as outras, constituindo a base de todas as relações humanas. Por relações humanas entendemos como: “a arte e a ciência que nos ensina a vivermos bem conosco mesmos e assim podermos viver bem com os outros”. Isso mostra que toda estrutura externa vem do interior da pessoa.

           

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Profissional de Terapia Holística, Parapsicóloga Alice Follmann

Sou palestrante, parapsicóloga...

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