AUTOCONHECIMENTO E A PSIQUE HUMANA.

Existem caminhos e solução para tudo, estamos neste universo defronte a imensuráveis probabilidades. Devemos explorar o nosso histórico de vida, desde a vida intrauterina, a idade filosófica, adolescência, a vida adulta no que diz respeito aos processos do desenvolvimento humano em especial, aquele referente às programações negativas da mente inconsciente. Uma vez que os conceitos e crenças sobre si mesmo foram às programações que você mesmo formou segundo o seu entendimento diante da educação, autoeducação e as experiências sentidas e experiênciadas através dos cinco sentidos (Visão audição, olfato, tato, paladar) no decorrer da sua existência.

O adulto faz parte da essência de um todo; da vida intrauterina, da criança, do adolescente e de todas as demais experiências da vida.

Muitos fatores de formação do individuo estão relacionados às situações emotivas, em que a capacidade de avaliação reflexiva ainda está ausente, ou seja, na infância idade filosófica. Isso mostra a importância dos cuidados que os pais e educandos devem ter para uma boa formação na educação do futuro adulto.

Conforme transcorre o período da vida intra-uterina deixa marcas profundas na formação tanto físico como psíquico na criança. No ventre materno, o bebe vivência uma relação direta com a mãe e com o mundo exterior, está relacionada ao fato de que a criança fica ligada à mãe pelo cordão umbilical. Se a mãe fica assustada durante a gestação, libera substâncias que vão, também, agir na criança, ansiedade, nervosismo, rejeições, insatisfação, tristeza, alteração negativa do humor, discórdia, medos, insegurança, frustrações, depressão e tudo mais, são transmitidos quimicamente por hormônios. Muitos estudos comprovam que as alterações que ocorrem com a mãe durante a gestação, afetam o desenvolvimento neurológico dos filhos, causando estados de ansiedade, problemas comportamentais, emocionais e cognitivos. Da mesma forma situações e sentimentos positivos influenciam na vida da pessoa, no seu jeito de ser, a sua coragem e o seu humor.

Falando sobre a formação da personalidade lembro agora; “Minha mãe conta quando estava me gestando, passou por muitas dificuldades, já tinham quatros filhos antes de mim, passando por necessidade teve que trabalhar pesado na lavoura para ajudar no sustento da família. Nasci bem miudinha, ela não teve leite para me amamentar, achou que não ia conseguir me criar, teve medo de que morreria de fome, nem tiveram uma vaca para tirar leite para meu sustento. Provavelmente é um dos fatores que anseio por trabalho, medo de escassez em busca de abundância em todos os sentidos”. Com certeza é um dos fatores que me incentiva a agir de certo modo.

Nos primeiros anos de vida, a criança desenvolvem teorias e conceitos sobre como funcionam tanto mundo físico como os das pessoas. A bendita fase filosófica, também chamada de Idade da Razão ou dos porquês. É o período em que a criança começa a desenvolver, com mais intensidade, o discernimento e a curiosidade intelectual que ocorre normalmente entre 2 e 8 anos de idade.

A criança, nessa etapa, começa a perguntar a razão de tudo. Quando ela recebe as respostas aos seus porquês, desenvolve a construção do pensamento e a sua relação com o mundo, ao mesmo tempo em que constrói a sua capacidade de perceber a realidade. Sozinha, não seria capaz de adquirir aquilo que obtém por intermédio de sua interação com os adultos.

Tudo que a criança percebe ainda não têm razão dos fatos ela tem a necessidade de perguntar. Devemos lembrar que as impressões que resultam desse período tendem a ficar registradas para sempre. Tanto as aquisições com efeitos negativos dos obstáculos encontrados, se não foram corrigidos, como os positivos se forem incentivados. De todas as fases do aprendizado, esta é a mais importante na vida da pessoa.

A maioria dos indivíduos que têm dificuldade para falar em público teve dificuldade de interação ou na satisfação de suas necessidades durante a fase filosófica. A criança, ao tentar explorar suas perguntas, seus porquês e suas necessidades, não foi ouvida e valorizada. Em razão disso, criou o conceito de que o que vai falar não tem valor, que o melhor é ficar calada e que as pessoas não vão valorizar suas palavras, não irão prestar atenção.

“Quando criança, os meus pais falavam pouco comigo. Senti falta de atenção, afeto, carinho, valorização e potencialização. Cresci com pouca interação com os pais, vizinhos, amigas, sociedade. A convivência escolar não foi fácil. Fazer amizades novas era complicado, tímida, sentia muita vergonha. Quando fui fazer leitura riram de mim, depois disso sempre tive muita dificuldade de ler e falar em público. Passei quase trinta anos sonhando e me libertar do medo de falar em publico, somente depois do curso de parapsicologia que consegui me libertar do trauma e voltar a falar em público que era um dos meus sonhos”.

Muitos falam que a adolescência é a fase mais difícil na vida da pessoa, o que não é verdade, pois sabemos que uma etapa é à base da outra. Uma criança que é dirigida de forma saudável torna-se um adolescente saudável e um adulto equilibrado. O que tem que ser observado é que neste estágio, o jovem inicia a manifestação dos problemas ocorridos na infância que podem se manifestar como revoltas, insatisfações, rejeições da autoridade, tudo isso acrescidos dos seus conflitos interiores. Nesta idade, devido às transformações biológicas, podem ocorrer algumas dificuldades de auto aceitação, e por isso, o adolescente necessita de mais apoio e compreensão, pois está mais sujeito a perturbações emocionais de humor.

“Sei perfeitamente como é, já fui adolescente, o que eu mais queria era sentir confiança em mim mesma, sentir que meus pais confiassem em mim, discutir os meus problemas com naturalidade com eles, ter apoio, mas não houve essa abertura, “penso devido à família numerosa e das dificuldades financeiras”, poder me relacionar com amigas, recebê-las em casa, participar das decisões da família, férias, passeios, sonhos metas e objetivos. Eu queria conviver com pais alegres e bem humorados, não que eles eram ruins, viviam atrelados aos afazeres, mas o mais interessante eles nunca interferiram nas nossas escolhas profissionais e amorosas”.

Quando na adolescência recebemos a confiança dos pais temos mais facilidade de se estabilizar. Tanto os pais e os filhos desenvolvem uma confiança mutua com base de que os pais fizeram o melhor quando você criança e chegou a hora de se aventurar por seus próprios meios. Lembro ter saído de casa aos 14 anos e nunca mais voltado para morar em casa. “E meu pai nunca mais me pediu se eu precisasse de algum dinheiro”. Existem em cada pessoa adulta, de forma direta e indireta as manifestações de como foi sua conduta, como criança e adolescente, assim como podemos perceber na conduta da criança e do adolescente, um reflexo, “espelho”, do futuro adulto. A vista disto, tudo que prejudica a criança hoje, pode prejudicar o futuro adulto.

Profissional de Terapia Holística, Parapsicóloga Alice Follmann

Sou palestrante, parapsicóloga...

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