Dos 49 aos 56 anos ocorre a inversão dos estados emocionais do “anima” e do “animus”.



49 aos 56 anos - Fase Inspirativa.


As coisas mudam e são diferentes de momento em momentos. Será que mudam para melhor ou pior?


Isso depende de cada um. As mudanças são sutis e neutras, por si só elas não são boas e nem más, mas vão mudando.


Se não mudasse como seria a nossa vida? Provavelmente nada aconteceria. Elas vão nos moldando de fase em fase.


Quais mudanças ocorreram no seu corpo e na sua mente? São nuances que não podemos assegurar, elas continuam vindo.


Neste texto vou falar da fase da vida dos 49 aos 56 anos que é a fase de interiorização e harmonização, passando por uma autovalorização e melhora da autoestima.



Inspiração, é a habilidade a ser desenvolvida, o centro da afetividade, que pulsa a vida, sinaliza sutilmente uma separação do corpo físico, libertando o comando espiritual emocional já iniciado na fase anterior.


Quando imperceptivelmente os meridianos do pulmão e do coração enfraquecem, o sentir se liberta, trazendo uma moralidade pura que busca a beleza interior.


Na verdade todos os centros energéticos, são afetados neste período, por isso torna-se muito importante estar atento aos ritmos dos cinco movimentos chineses: água, metal, fogo, madeira, terra. Os ritmos básicos que deveríamos ter praticado na juventude agora se tornam obrigatórios. Ritmo para dormir, comer, ritmo para as necessidades biológicas, executar tarefas, ritmo de expiração e inspiração, detectar desequilíbrios e corrigir seguindo a respiração e os batimentos cardíacos.


Os estudiosos descobriram que nesta fase da vida, dos 49 aos 56 anos, o ritmo é o segredo do universo e da própria vida. O ritmo traz vitalidade e substitui a força. É uma fase rica para perceber, ouvir e sentir as mensagens das pessoas escondendo medos, sonhos, ansiedades que são imperceptíveis até para elas mesmas. E neste momento que nossa sabedoria aflora, porque com uma simples pergunta sem muitos argumentos a fazemos refletir a respeito da própria vida.


Na fase da adolescência quando o mundo era belo e maravilhoso para uma grande maioria que desenvolvia o senso estético, agora se reflete potencializando a atividade ética. Esta autenticidade se manifesta através da voz interior, questionando pensamentos, sentimento e atitudes.


Este é o período em que o homem e a mulher manifestam a inversão do “Anima” e do “Animus”. Segundo Carl Gustav Jung a “Anima” parte feminina do homem, a “alma”, uma representação psíquica de figura ideal de mulher, que ele formou no seu inconsciente lá na sua infância, observando atitudes e comportamentos de mãe, avós e de irmãs mais velhas que faz o homem se tornar sensível pelo desabrochar da anima interna considerada a parte feminina do homem. E na mulher “Animus” parte masculina da mulher, também formada lá na sua infância observando atitudes e comportamentos de figura de homem, formando assim a sua psique, seu espirito.


E nesta fase ocorre uma inversão profunda, a mulher se torna mais segura e forte devido ao emergir do animus.


O homem tem mais dificuldades para lidar com esta passagem, sentindo a necessidade de afeto, carinho atenção. Ele se volta mais para casa e família, muitas vezes fica triste e solitário por ver que os filhotes já voaram, e ele gostaria tanto ter contado as suas histórias heroicas a eles. A mulher que sempre cultuou o pensamento, sentimento e a atitude, está preparada para esta nova fase, ela se sente mais segura, serena, sabe o que quer e porque quer, não se importa com que os outros pensam dela, se torna atuante na comunidade e em serviços sociais, sai mais de casa, ao contrário do homem que volta para casa.


A conquista pelos bens materiais que o homem busca tanto para se sentir valorizado e aceito no meio social, o “Ter”, o fez perder a biografia do coração, o “Ser”, e percebe que agora é tarde, “porque o lar está vazio”, então busca compensações com sobrinhos e netos, ou com alguém mais jovem disposto a ouvir as histórias heroicas desse coração solitário.


Quem sou eu? Será que, o que eu estou fazendo tem valor para o mundo e para humanidade? Percebo que a minha vida se torna a minha filosofia de vida. Sou mais objetivo, sereno, amplio a minha criatividade no trabalho, posso me tornar um Super líder, mãe e pai verdadeiros. Amigo, irmão. A visão global da própria experiência o conecta com o tudo e percebe uma unicidade naquilo que antes não fazia sentido, “pensar, sentir e agir”.


Surgem crises também, e para o homem pode significar um vazio ainda maior, a luta contra este vazio é compensada por mais trabalho ou pela “segunda juventude”, que só pode levar a fracassos, aumentando a sensação de vazio, e ainda mais a enfartes, cânceres ou depressões.


Na mulher, passada a menopausa, as forças vitais retomam, e muitas vezes há um sentimento de libertação. Algumas mulheres, porém, tem a sensação de que agora é tarde, “nunca tive tempo para nada”, agora acabou, e com isso tornam-se tiranas dos outros e de suas tarefas. Algo parecido se passa com o homem que pressente seu fim quando se aposenta.


Já não encontra só uma solução, sua amplitude de consciência o conecta com múltiplas visões e soluções favorecendo a percepção e reconhecendo que em cada ser humano existem muitos caminhos. Nesta fase temos prazer em desenvolver e reconhecer equilibradamente o talento, virtudes e valores das pessoas e estamos dispostos a ajudá-las e prepará-las se assim o desejarem para os desafios da vida.



Entenda mais sobre esta Fase da Vida assistindo ao vídeo:



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Profissional de Terapia Holística, Parapsicóloga Alice Follmann

Sou palestrante, parapsicóloga...

Sobre Alice Follmann
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